“E porque na escrita o tempo iludo,
e do mundo quero retirar prazer.
Quero escrever sobre tudo,
mas quero, SobreTudo, escrever.”







sábado, 6 de março de 2010

TIME TO CHANGE!



Respirei fundo, contei até 10 e vupt!...Cortei meu cabelo beeem curtinho...depois de 18 anos com longas madeixas!!!

É hora de mudar!!!!



CORTE DE CABELO

Não te peço um poema de amor tecido por teu próprio coração, a tecer o meu, em teia caprichosa.Pois, meu amor, encontra-se na simplicidade de nós, sem corais, sem pedras preciosa incrustadas.

Circula no pulso, no dorso, no peito dos versos silenciosos.
Caso não saibas…Há versos silenciosos sim, submersos versos na opulência do ser, que emergem quando nos sentamos calados, embevecidos pelo acto concreto de sentar, calar e ver.

Por isso,Falo-te do poema brutal,Do dialéctico que reside no fundo de um poemaNo restolho da ilusãoNo amorNo desesperoNos devaneiosNas vertigens da imaginação.Não me envies pois, qualquer coisa para aumentar meu amor, meus versos, meu poemaQue amor?Que versos?Que poema?Que palavras atravessadas?…Mas que sede! Que bruma!

Amanhã saberás…desenhar o amor com versos meus, a cores de metáforas, escorrê-las do teu cabelo, sobretudo quando andas muito tempo sem os cortar…Tem versos de amor pendurados. Peço-te-os!!


Nenhum comentário:

Postar um comentário